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Evento promovido em Brasília na próxima segunda, 6, pela Escola Nacional de Administração Pública conta com apoio e participação do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA)

As perspectivas e desafios para as políticas públicas, inclusão e acesso a direitos e serviços de proteção a migrantes internacionais no Brasil. Esses são alguns dos pontos que guiarão evento na próxima segunda-feira, 6, em Brasília. O Seminário Migrações Internacionais e Cidades é promovido pela Escola Nacional de Administração Pública (Enap) e conta com apoio e participação do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA).

Além da abertura, o UNFPA participa do primeiro painel, com o tema Nova Lei de Migração e Políticas de Inclusão e Diversidade: expectativas e desafios. A oficial de Projeto em Gênero, Raça e Etnia e Cooperação Sul-Sul do UNFPA, Ana Cláudia Pereira, participa do painel ao lado da coordenadora de Política Externa e Direitos Humanos da Conectas, Camila Asano, e do Diretor da Missão Paz, Padre Paolo Parise.

O seminário é destinado a estudantes e profissionais que atuem em políticas relacionadas ao tema.

Clique aqui para efetuar a inscrição gratuita

Serviço: Seminário Migrações Internacionais e Cidades - Segunda-feira, 6 de novembro, das 8h30 às 18h30 - Auditório da Enap (SAIS Área 2A - Brasília - DF)

Fonte: site do UNFPA - Brasil

Lifting people out of poverty is a noble goal, but it could make it harder to fight climate change. That’s the conclusion of a new study, which finds that elevating the world’s poorest individuals into the middle class would significantly increase carbon emissions, requiring greater efforts to combat global warming.

One in five people in developing nations lives on less than $1.90 a day, where they lack basic needs such as food and water and have limited access to education. Most are found in southern Asia and sub-Saharan Africa. In 2014, the United Nations agreed on a list of sustainable development goals, the first of which is to “end poverty in all forms everywhere.” The agenda set targets to eradicate extreme poverty by 2030. A year later, the United Nations Framework Convention on Climate Change set a goal to keep global warming below 2°C above preindustrial levels.

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Fonte: Site Science

 

 

Foi realizado em Natal, RN, na UFRN, no período de 18 a 19 de outubro de 2017, o VII Simpósio Nacional de História da População.

O Evento contou com sessão de abertura e de encerramento, três mesas redondas, uma sessão temática, sessão pôster, duas conferências e uma palestra. Para tanto, contou com professores doutores e pesquisadores de várias regiões do Brasil (Sul, Sudeste, Nordeste e Norte) e de diferentes instituições de ensino e pesquisa nacionais e internacionais.

A atividade foi organizada de forma a: 1) abordar o estudo da população e das variáveis demográficas – ritmo de crescimento, estrutura etário-sexual, fecundidade, nupcialidade, mortalidade e migração; 2) discutir as possibilidades e experiências de pesquisas no âmbito da Demografia Histórica a partir de fontes documentais variadas (listas de população, censos, registros paroquiais, etc.) disponíveis para as diversas regiões do Brasil, especialmente as regiões Nordeste e Amazônica, e dos métodos e técnicas empregados; 3) realizar uma discussão acerca dos 50 anos da disciplina Demografia Histórica na Europa e no Brasil, seus avanços, lacunas, desafios e perspectivas futuras.

Composição Organizacional

  • Dra. Maísa Faleiros da Cunha (Pesquisadora Nepo/Unicamp e Coordenadora do GT População e História – ABEP)
  • Dra. Luciana Conceição de Lima (Professora PPGDEM/UFRN e Vice Coordenadora do GT População e História – ABEP)
  • Dr. Paulo Eduardo Teixeira (Prof. UNESP-Marilia)
  • Dr. Daniel Souza Barroso (Prof. EA/UFPA)

 

 

 

Estudo inédito no país confirma que maior número de mortes ocorre no ambiente doméstico e abrange vítimas em idade reprodutiva.

Metade das mulheres mortas por agressões no Brasil, entre 2009 e 2014, foi assassinada dentro da própria casa, conforme dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN), do Ministério da Saúde. O número inclui crianças e adolescentes. Foram mais de 2,7 mil mortes por violência provocada no período, sendo que em mais de 40% dos casos os autores são familiares, cônjuges ou ex-cônjuges. Os “casos”, entretanto, têm um nome: feminicídio. “Os óbitos cujas relações são familiares e conjugais devem ser interpretados como feminicídio doméstico, dentro dos elementos que caracterizam os feminicídios”, afirma a demógrafa Jackeline Aparecida Ferreira Romio em sua tese de doutorado “Feminicídios no Brasil, uma proposta de análise com dados do setor de saúde”. A tese foi defendida no Programa de Pós-Graduação em Demografia do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH) da Unicamp e orientada pela docente Tirza Aidar.

O trabalho é inédito na tentativa de realizar um diagnóstico dos feminicídios no Brasil, a partir de três categorias identificáveis pelos dados do setor da saúde. A pesquisadora identificou o que poderia ser considerado morte por violência de gênero contra mulher, desenvolvendo uma nova tipologia dos feminicídios, divididos entre feminicídio doméstico (no espaço da residência); reprodutivo (mortes por aborto); e sexual (quando a morte decorre da violência sexual). Ela também separou as faixas de idade das mulheres: de 0 a 14 anos, de 15 a 49 anos e 50 anos e mais.

Jackeline tabulou os dados das Fichas de Notificação/Investigação de Violência Doméstica, Sexual e/ou outras Violências do SINAN e informações de mais duas bases da saúde: as Declarações de Óbito do Sistema de Informações de Mortalidade (SIM) da Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS), e as Atas de Internações Hospitalares, do Sistema de Informações Hospitalares (SIH). Todas as bases são geridas pelo Ministério da Saúde.

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Fonte: Site da Unicamp

Documento elaborado  a  partir do seminário "Pacto Global da Migração: aportes da academia ao debate​", realizado na Unicamp em 27 de setembro de 2017, com estudiosos de diferentes instituições e regiões do Brasil.

"Esperamos que nossas reflexões contribuam para subsidiar a posição brasileira, visando a garantia  dos direitos humanos para migrantes". Profa. Rosana Baeninger​

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