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O objetivo deste trabalho é definir uma agenda global de diretrizes, estratégias e instrumentos de ação destinados à Reestruturação do Programa de Desenvolvimento da Faixa de Fronteira. A agenda tem como linhas condutoras o desenvolvimento econômico regional e a promoção da cidadania dos povos da fronteira, num momento em si estratégico de fortalecimento da integração sul-americana, como assumido pelo Governo Federal no Plano Brasil de Todos.

"Embora as principais áreas de trabalho análogo ao escravo ocorram fora da Faixa de Fronteira (as maiores ocorrências ocorrem no PA, no limite com MA e TO), o mapeamento dos dados de trabalhadores regatados e fiscalizações efetuadas revelou a sua incidência espacial, com destaque para o Arco Central, onde prevalece o agronegócio.(BRASIL, 2016)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Fonte: http://www.retis.igeo.ufrj.br

O lado obscuro do modelo de desenvolvimento brasileiro

Robert Muggah e Maiara Folly

Milhões de cidadãos são forçados a se deslocar em função de desastres naturais, da violência sistemática e de empreendimentos de infraestrutura. Apesar do alto índice de pessoas atingidas, praticamente não há informação disponível sobre essa dinâmica. O Brasil enfrenta não apenas uma, mas múltiplas crises de deslocamento forçado. Desde 2016, milhares de venezuelanos já cruzaram a fronteira com o Brasil em busca de segurança e sobrevivência. O país também recebe refugiados congoleses, colombianos e sírios, além de muitos migrantes haitianos. Muito menos visíveis, no entanto, são os milhões de brasileiros que são forçados a se deslocar em função de desastres naturais, da violência sistemática e de empreendimentos de infraestrutura. Apesar do alto número de pessoas atingidas, praticamente não há informação disponível sobre essa dinâmica. Uma das principais causas da migração forçada no Brasil são as barragens, especialmente aquelas destinadas à construção de usinas hidrelétricas (UHEs). O Instituto Igarapé analisou os custos socioeconômicos de cerca de 80 barragens construídas no Brasil desde os anos 2000. Após avaliar os dados, o Instituto estima que entre 150 e 240 mil brasileiros foram forçados a deixar suas casas em função da instalação dessas barragens. E é possível que cerca de 75 mil outras pessoas sejam forçadas a abandonar seus lares por conta de 11 novas usinas e centrais hidrelétricas que podem ser construídas nos próximos anos. É indiscutível que usinas hidrelétricas desempenham um papel central no modelo de desenvolvimento econômico brasileiro. Desde meados da década de 1970, mais de 60% da oferta interna de energia é sustentada pela energia hidráulica. Embora, por um lado, o investimento estatal na construção de grandes centrais hidrelétricas tenha reduzido drasticamente a dependência externa de energia, por outro, teve custos econômicos, sociais ambientais muito elevados.

 
Fonte: Site Nexo Jornal

A ABEP lamenta o falecimento do demógrafo Dirk Jaspers, ex diretor do CELADE.
 
Dirk Jaspers esteve diversas vezes em atividades cientificas com a ABEP e entre abepianos. Suas contribuições na formação, direção e advocacy dos estudos populacionais e demografia na América Latina e no Brasil foram marcantes. Nesse momento de perda, a ABEP se solidariza aos colegas, amigos e familiares.
 
No link abaixo, confira mais detalhes da sua trajetória profissional. 

Abertas as inscrições para o curso de verão: O refúgio em uma perspectiva global

O curso de verão do Centro de Estudos em Política e Direito de Imigração e Refúgio da Fundação Casa de Rui Barbosa (CEDPIR) é um programa de estudos intensivo e rigoroso baseado em diversas apresentações, debates e estudos de caso sobre a temática do refúgio. A experiência promovida é de um fórum de imersão para troca de ideias, construção de networking, contato com novas abordagens políticas e de desenvolvimento do assunto.

As aulas serão de 11 a 15 de dezembro de 2017 (de 2ª a 6ª feira), das 9 às 18 horas, no auditório da Fundação Casa de Rui Barbosa (Rua São Clemente, 134, Botafogo – Rio de Janeiro/RJ). 

A carga horária total é de 40 horas.

Serão concedidos certificados aos alunos que comparecerem a 75% das aulas.  A participação é gratuita.

Público-alvo

Pesquisadores e pós-graduados interessados na temática ou que trabalhem direta ou indiretamente com o assunto no setor público ou privado. Alunos de graduação podem excepcionalmente se inscrever caso possuam relevante interesse justificado na área. É recomendado que os participantes possuam conhecimento intermediário da língua inglesa.

Inscrições e informações: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Mais informações: Jacqueline Lobo (21) 99912-3420

Date: 7-9 June 2018

Local: Aarhus, Denmark

Recent years have witnessed the increasing scale, reach and pervasiveness of surveillance. It now operates on a scale ranging from the genome to the universe. Across the spheres of private and public life and the spaces between, surveillance mediates, documents and facilitates a wide range of activities. At the same time, surveillance practices now reach beyond the corporal and temporal boundaries of life itself, no longer resting on the individual as subject, but instead falling both within and beyond it. This emphasises the porosity of such categories. Pervasive surveillance produces new articulations of power and animates flows of people, information and capital, harbouring potential for myriad opportunities as well as harms. With this growth of surveillance comes increasing complexity and paradox.

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