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Nos dias 10 a 14 de julho, o Grupo Assessor de Juventude Interagencial da ONU liderado pelo Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) participou de um workshop para a promoção do empoderamento e do conhecimento sobre os direitos dos povos indígenas estabelecidos no âmbito do Sistema Internacional de Proteção aos Direitos Humanos, em especial, os instrumentos e mecanismos das Nações Unidas.

Intitulado "A ONU e os Direitos Humanos dos Povos Indígenas", o curso organizado em parceria com a Rede de Juventude Indígena (REJUIND) e a Coordenação da Questão Indígena, da Diretoria de Diversidade da Universidade de Brasília, promoveu uma exposição dialogada, estudos de caso/exercício prático e estratégias de incidência.

A Oficial de Programa responsável pelo tema Juventude do UNFPA, Anna Cunha, presente no evento nos dias 11 e 12, deu aos participantes um panorama da situação da juventude no mundo e no Brasil. “O papel do UNFPA foi de trazer uma ferramenta analítica para auxiliar e contribuir nessa formação da juventude indígena”, disse. Anna Cunha lembrou que a juventude é considerada “a chave para o desenvolvimento sustentável”. O objetivo principal do curso, “era de instrumentalizar jovens indígenas para que eles possam ter uma incidência e um diálogo político sobre as agendas de juventude indígenas”, destacou.

A metodologia usada abriu um espaço de diálogo e permitiu ao UNFPA aproximar-se da realidade indígena. “Este espaço é importante porque o Brasil passa por inúmeras violações de direitos que acontecem principalmente nas populações vulneráveis como os povos indígenas”, relatou Rayanne França, estudante de enfermagem, membro do REJUIND e originária do grupo indígena Baré.

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A Fundação Seade está disponibilizando em seu site a atualização do Sistema de Projeções Populacionais. A partir de agora estão disponíveis as projeções de população de 2011 até 2050 - antes havia dados somente até 2030 - para os 645 municípios paulistas, 96 distritos da capital e as regiões administrativas do Estado. Os dados podem ser visualizados na tela, impressos, ou ainda copiados por download.

Nesse banco de dados, além das informações sobre população por sexo, faixa etária e idade escolar, agora poderão ser consultadas as populações urbanas e rurais e as projeções do número de domicílios ocupados.

De acordo com o Sistema de Projeções Populacionais, no Estado de São Paulo, a população da faixa etária escolar de 4 a 5 anos diminuirá de 1.130.506 para 870.546, enquanto a faixa etária de 18 e 19 anos reduzirá de 1.316.846 para 974.074. Já o número médio de pessoas por domicílio, calculado pela relação entre as projeções de população e de domicílio, passará de 3 habitantes, em 2017, para 2,47 em 2050.

No conjunto do Estado de São Paulo, a proporção da população residindo em áreas urbanas deverá aumentar de 96,4%, em 2017, para 97,3%, em 2050. É possível avaliar, também, as relevantes diferenças desse indicador entre os municípios, cujo intervalo deverá variar de 26,86% a 100%. 

Em 2050, deverão existir 274 municípios com população inferior a 10.000 habitantes, enquanto somente 86 municípios terão mais que 100.000 residentes, além do Município de São Paulo que deverá atingir 12,2 milhões.

A Fundação Seade realiza, mensalmente, uma pesquisa nos Cartórios de Registro Civil de todos os municípios do Estado de São Paulo, coletando informações detalhadas sobre o registro legal dos eventos vitais – nascimentos, casamentos e óbitos –, que compõem a base de dados das estatísticas vitais paulistas. Esses dados, associados àqueles provenientes dos Censos Demográficos realizados pelo IBGE, possibilitam o acompanhamento contínuo da dinâmica demográfica do Estado, de forma tanto agregada como desagregada por regiões, municípios e distritos da capital.

As projeções populacionais, realizadas pelo método dos componentes demográficos, são essenciais para orientação de políticas públicas e tornam-se instrumentos valiosos para todas as esferas de planejamento. Estas informações viabilizam análises das demandas por serviços públicos, além de serem fundamentais para o estudo de determinados segmentos populacionais para os quais são formuladas políticas específicas. Tais projeções entram ainda no cálculo de vários indicadores econômicos e sociais, como, por exemplo, o PIB per capita e o número de leitos hospitalares por mil habitantes.

Clique aqui para acessar o Sistema de Projeções Populacionais da Fundação SEADE

Publicações online abordam as principais questões metodológicas em matéria de pesquisas qualitativas e quantitativas na área.

Centro de Pesquisa e Formação do Sesc São Paulo – CPF Sesc foi criado em 2012 com o objetivo de ampliar o compromisso da instituição no campo da cultura, compreendendo a educação como uma ação permanente. 

O trabalho desenvolvido se abre então em duas frentes, enfocando a gestão cultural paralelamente à abordagem dos principais temas ligados ao comportamento contemporâneo, mediante o debate de suas problemáticas e a implicação de seus principais desdobramentos.

Ao investir nesse foco, o CPF Sesc se constitui como um espaço articulado entre os eixos de produção de conhecimento, qualificação e difusão, de modo a gerar um círculo virtuoso que os intercala e os retroalimentada. Em outras palavras, os resultados de uma dada pesquisa podem ensejar um curso específico; e nos dois casos os conteúdos gerados são difundidos física ou virtualmente, como uma publicação impressa ou digital.

O exemplo dessa dinâmica está expresso nesta publicação MÉTODOS DE PESQUISA EM CIÊNCIAS SOCIAIS, que o Sesc e o Cebrap têm o prazer de disponibilizar para leitura. Trata-se de um conjunto de textos que aborda de modo introdutório, mas detalhado, as principais questões metodológicas em matéria de pesquisas qualitativas e quantitativas na área.

O curso que originou esta publicação foi conduzido pelo Cebrap – Centro Brasileiro de Análise e Planejamento e realizado em parceria com o Sesc. 

Sua oferta a público no Centro de Pesquisa e Formação ocorreu em 2015 e em 2016. 

Mais informações:

Em seminário na Câmara dos Deputados, na última terça-feira, 11, com a participação do diretor de Ciências Agrárias, Biológicas e da Saúde do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Marcelo Morales, parlamentares e especialistas defenderam investimento regular e de valor fixo no setor de ciência e tecnologia. Eles alertaram que o País já teve avanços na área, mas tem perdido pesquisadores e regredido em pesquisa e inovação quando comparado a outras nações.

O seminário, promovido pela Frente Parlamentar de Ciência, Tecnologia, Pesquisa e Inovação, teve como objetivo discutir a situação orçamentária do setor.

Marcelo Morales ressaltou que é preciso investimento, se não o País estará fadado ao fracasso. Segundo o deputado Celso Pansera (PMDB-RJ), com a crise econômica no Brasil e por não ter uma política de investimento fixo, as verbas de ciência e tecnologia sofreram um corte "drástico".

"A saúde e a educação têm um índice constitucional. O ideal é que nós tivéssemos algo nesse estilo para a área de P&D [pesquisa e desenvolvimento] e ciência. Que tivesse um índice, um valor, uma proporção do PIB [Produto Interno Bruto], que não se mexesse. Se você já tem o orçamento, já separa ele para o setor¿, disse o deputado.

Mais informações:

Maestría en Demografía, Promoción 2018-2020  Doctorado en Estudios de Población, Promoción 2018-2022

Fechas importantes

Maestría en Demografía, Promoción 2018-2020

Doctorado en Estudios de Población, Promoción 2018-2022

Cierre de recepción de solicitudes

  • 18:00 hrs., viernes 27 de octubre de 2017

Examen de admisión

  • Sábado 4 de noviembre de 2017

Publicación de resultados del examen de admisión

  • Lunes 19 de febrero de 2018

Entrevistas 

  • Del miércoles 28 de febrero al lunes 30 de abril de 2018

Inicio de cursos del primer semestre

  • Lunes 6 de agosto de 2018

Más información:

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