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A versão digital do livro "Migrações Sul-Sul" com uma parceria do Observatório das Migrações em São Paulo com o Fundo de População das Organizações Unidas (UNFPA).

A publicação contou com a organização dos professores e professoras Rosana Baeninger (UNICAMP), Lúcia Bógus (PUCSP), Julia Bertino(UFABC), Luís Renato Vedovato (UNICAMP), Duval Fernandes (PUCMinas), Marta Rovery (UFG), Cláudia Baltar (UEL), Roberta Peres(UFABC), Tatiana Waldman (Museu da Imigração de São Paulo) e Luís Felipe Aires Magalhães (PUCSP) e com o importante apoio da FAPESP, CNPq, CAPES, Berquó Nepo e UNICAMP.

O livro representa um esforço conjunto de pesquisadores e dos diferentes Observatórios das Migrações do país para o avanço dos estudos na área.

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A mobilidade humana representa em nossos dias um grande desafio às políticas nacionais e internacionais. O crescente fluxo de milhões de migrantes tem acentuado o fenômeno da urbanização nos grandes centros dinâmicos e nas áreas urbanas tanto das regiões desenvolvidas como dos países emergentes. Os diferenciais de renda entre países e as condições precárias das regiões de origem têm também contribuído para ampliar os desafios da mobilidade. Dentre os milhares de migrantes internacionais que atualmente se deslocam em todos os continentes, incluem-se pessoas na condição de refugiados – cerca de 21 milhões. Esse contingente humano foi obrigado a se deslocar de seus países de origem por motivos de violação maciça dos direitos humanos, guerras e conflitos locais, perseguição racial, religiosa, política, grupo social ou nacionalidade. A partir de 2010, o Ipea, em conformidade com sua missão de produzir, articular e disseminar conhecimento para aperfeiçoar as políticas públicas, acompanha as ações de cooperação internacional do governo federal e das organizações da sociedade destinadas à proteção e ao apoio aos refugiados reconhecidos pelo país no âmbito da cooperação internacional. Este livro – Refúgio no Brasil: caracterização dos perfis sociodemográficos dos refugiados (1998-2014) – analisa 4.150 concessões de refúgio acolhidas pelo governo brasileiro no período. Este trabalho constitui esforço inédito destinado a caracterizar os perfis sociodemográficos dos refugiados reconhecidos pelo Comitê Nacional para Refugiados (Conare) – órgão instituído pela Lei no 9.474, de 22 de julho de 1997, no âmbito do Ministério da Justiça e Cidadania (MJC). Trata-se de uma fotografia de entrada dos refugiados em nosso país, que naturalmente demanda estudos complementares, com o propósito de pesquisar as condições atuais de vida dos refugiados.

Artigo do Abepiano George Martine, publicado hoje no site da IUSSP

Population mondiale, aspirations de développement et logiques fallacieuses

GEORGE MARTINE

The debate in this forum between Lam (2017) and Grossman (2017) concerning the outlook for the world’s next four billion people is opportune. Both essays highlight critical issues and make key points, but also leave serious gaps. Lam correctly observes enormous improvements in human welfare over the last few decades, but his optimism for the future requires a leap of faith over huge environmental obstacles. Grossman fittingly notes that human progress will be stymied by continued ecological destruction, but overestimates the power of demographic control responses. In my understanding, four points need further review: a) the urgency of environmental threats; b) the recognition of diversity in “population”; c) the limitations of fertility reduction solutions; and, d) the urgency of redirecting “development”.

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Título: Região Metropolitana da Baixada Santista: diversidades socioespaciais na virada para o século XXI

Organizadores: José Marcos Pinto da Cunha e Luiz Antonio Chaves de Faria 

Este trabalho representa uma atualização, com base nos dados do Censo Demográfico 2010, do Atlas Baixada Santista: diversidades socioespaciais, produzido em 2007 pelo Núcleo de Estudos de População “Elza Berquó” (Nepo) e Núcleo de Economia Social, Urbana e Regional (Nesur), ambos da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), a partir de dados dos Censos 1980, 1991 e 2000. Trata-se, assim, de um trabalho de sistematização e espacialização de dados sociodemográficos, com o objetivo de evidenciar a diversidade presente na Região Metropolitana da Baixada Santista (RMBS), visando o melhor entendimento dos processos sociais e demográficos e, principalmente, de alguns dos principais problemas e/ou carências que afligem a população regional.

Assim, sua concepção teve como referência as características de uma região metropolitana, tais como a fluidez territorial e as complementaridades e contiguidades socioespaciais. Portanto, a despeito da importância das divisões administrativas municipais — obviamente não negligenciadas —, considera-se fundamental que o “olhar metropolitano” seja central para um diagnóstico que busque a identificação e solução dos problemas relativos ao ordenamento territorial e à elaboração e eficaz aplicação de políticas públicas voltadas para a garantia da qualidade de vida da população, em especial a de mais baixa renda.

O conjunto de mapas e tabelas apresentado neste volume visa ilustrar algumas das dimensões sociodemográficas mais relevantes para que, a partir de sua leitura e observação, o leitor possa ter uma boa ideia da diversidade socioespacial existente na RMBS e, quem sabe, dela vislumbrar não apenas aprofundamentos, mas, sobretudo, novas questões que mereçam ser investigadas e desigualdades que devam ser denunciadas.

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Fonte: Site da Librum Editora

Sai o primeiro atlas que analisa os complexos fluxos populacionais da África Subsaariana, com especial atenção ao âmbito rural 

Dizer que a África se movimenta seria pouco. O continente na verdade está em ebulição: 36 milhões de africanos migraram em 2017, ou seja, 14% dos 258 milhões de deslocamentos registrados no ano passado em todo mundo, segundo o relatório de migrações de 2017 das Nações Unidas. Mas não migram como costumamos acreditar. Geralmente se imagina que os fluxos entre a África e a Europa e a América do Norte são os únicos, ou os de maior volume, mas 75% dos indivíduos que mudaram de ares na África Subsaariana permaneceram dentro do continente, segundo o estudo África em Movimento: Dinâmica e Motores da Migração ao Sul do Saara, publicado em novembro pela FAO (agência da ONU para alimentação e agricultura) e o Centro de Pesquisas Agrícolas para o Desenvolvimento (CIRAD). Trata-se do primeiro atlas a analisar a inter-relação dos fatores que levam os habitantes do continente africano a abandonar seus lares.

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Fonte: Site El País Internacional

Os resultados da Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED) – divulgados nesta quarta-feira, 31 de janeiro mostram que houve redução no contingente de desempregados: a taxa de desemprego total na Região Metropolitana de São Paulo-RMSP passou de 17,2%, em novembro, para 16,9% em dezembro de 2017. Aumentou o nível de ocupação no Comércio e na Construção e diminuiu nos Serviços e na Indústria de Transformação. 

Clique aqui e acesse a pesquisa na íntegra

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