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Novo Número do Ensaio e Conjuntura da Fundação Seade

"Os índices de 2015-2016, registrados no Estado de São Paulo, foram os menores já observados (10,8 óbitos infantis por mil nascidos vivos), o que é positivo, pois se encontra entre os menores do país. Por outro lado, sua redução vai se tornando cada vez mais difícil, posto que a eliminação das principais causas de morte depende de recursos mais especializados ou atuações mais eficazes em áreas com níveis ainda mais elevados. Diferenças importantes ainda são observadas nessas taxas e se tornam mais acentuadas nas regiões menores.

O presente trabalho procura analisar a mortalidade infantil segundo dois grupos etários: neonatal precoce e pós-neonatal, contando com as informações de nascimentos e óbitos infantis do Registro Civil do Estado de São Paulo, processadas continuamente na Fundação Seade, cujo sistema já ultrapassa um século. Examina, também, as variáveis apontadas na literatura como tendo alta relação com tais ocorrências, como baixíssimo peso ao nascer (abaixo de 1.500 gramas), pouca ou nenhuma frequência à consulta pré-natal e baixa idade da mãe ao ter o filho (menos de 18 anos)".

Acesse aqui o estudo completo

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